Tanto medo de ser quebrada. Uma armadura invisível, que afastou os impostores. Uma guerreira. Portadora da beleza e de uma sabedoria, capaz de manter sua doçura completamente controlada, e escondida a sete chaves. Correu contra os princípios e voltou a abraçar seu próprio orgulho enquanto depois se escondia, com medo. Medo de tudo, medo de todos. E principalmente, medo de ninguém. Da solidão.
Poucas pessoas poderiam ver aquela doce menininha que eu, eu vejo. Se olhar ainda agora, verá aquele sorriso sincero, e aquela preocupação no meio da noite. Não é como se fosse impenetrável como parece.
Seu coração, quando é entregue, é de alma, é como o de poucos. Raramente verá esses sentimentos se estiver tomado pelas imagens. Os ângulos sempre ampliam as visões, e eu te convidaria a ver deste ponto de vista, se isso não fosse privilégio para poucos.

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